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DLP no navegador, sem espionar o colaborador
A prevenção de perda de dados (DLP) do Shield acontece dentro do navegador. Ele reconhece dados sensíveis no momento em que são digitados, colados ou copiados, e avisa o TI sem expor o dado.
O que é detectado
- CPF e CNPJ, com verificação dos dígitos verificadores para evitar alarmes falsos.
- Cartões de crédito, validados pelo algoritmo de Luhn.
- Chaves de API e tokens de serviços como OpenAI, GitHub, AWS e Google.
- Chaves privadas e senhas em texto coladas em formulários.
Onde o risco é maior
Sites de compartilhamento de texto (como Pastebin) e páginas sem HTTPS elevam o alerta para crítico automaticamente. Ferramentas de IA podem ser bloqueadas por cargo na página de bloqueio de IA não aprovada.
| O TI recebe | O TI não recebe |
|---|---|
| Tipo do dado (ex.: CPF) | O CPF completo |
| Endereço do site, sem parâmetros | O conteúdo da página |
| Amostra mascarada (529.***.***-**) | Senhas digitadas |
| Quem e quando | Histórico de navegação |
Por que DLP no navegador e não só no e-mail
Ferramentas tradicionais de DLP olham e-mail e arquivos. Mas a maior parte do trabalho, e dos vazamentos, acontece em aplicações web e IAs acessadas pelo navegador. Proteger esse ponto fecha a lacuna que firewall e antivírus deixam.
Entenda também como o Shield trata os dados dos colaboradores conforme a LGPD e como protegemos a plataforma.
Descubra quanto dado sensível sai hoje pelo navegador
Fazemos uma demonstração de 30 minutos e um piloto com um grupo de colaboradores, sem compromisso.
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